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Os Revolucionários

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Seguindo os passos dos Imperfeccionistas, que focam no autoconhecimento e na aceitação como formas de transformar a vida para melhor, juntamente com a força e jovialidade da Geração K, podemos identificar um novo grupo de consumidores que está dominando os mercados: os Revolucionários.

Empreendedores e conquistadores, esses criadores de mercado são ativos e criam as suas próprias oportunidades. Autoconfiantes e entusiasmados, os Revolucionários não têm medo de errar. São precursores em suas áreas, inovadores e não conformistas. Questionam toda e qualquer certeza plena, com a vontade de transformar o mundo de acordo com suas crenças.

As marcas que vendem direto ao consumidor (D2C) estão trabalhando junto a eles para criar espaços de venda direta e até para a produção de produtos mais alinhados com os desejos dos consumidores. Os Netocratas também possuem um papel muito grande nesse grupo, graças ao seu poder de influência que gera benefícios mútuos, tanto para as empresas quanto para os influenciadores, engajando o público e criando uma fidelidade que a marca sozinha dificilmente conseguiria alcançar.

Buscando uma integração perfeita com a tecnologia, esse grupo é atraído por empresas e produtos que estão na vanguarda da inovação.

O comércio de revenda continua a ganhar participação de mercado sobre o comércio tradicional, fazendo com que empresas gigantescas como a Amazon entrem no setor de revenda, liberando espaço em seus marketplaces para que outras marcas vendam seus produtos. Aqui no Brasil e no restante do mundo, diversas outras empresas também estão apostando nesse modelo de venda – e obtendo lucros jamais esperados.

Buscando uma integração perfeita com a tecnologia, esse grupo é atraído por empresas e produtos que estão na vanguarda da inovação.

Além da tecnologia de voz, a próxima etapa do UX design são os gestos. É fundamental que as marcas integrem essas ações (um agitar, girar, inclinar ou deslizar de dedos) como parte da interface do usuário, com o intuito de criar experiências mais ricas e, de modo mais simples, levar a ações conceituais que estimulem a usabilidade e a retenção.

As mecânicas de um toque se transformarão em gestos no ar, os usuários serão capazes de deslizar a tela, pinçar ou dar zoom sem tocarem no telefone.

Os óculos de Realidade Aumentada ainda estão recebendo investimento. O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg (típico revolucionário), disse que a meta da RA é ter óculos leves, capazes de exibir objetos virtuais no mundo real. A empresa registrou uma patente de um “monitor eletromagnético com dois escâneres bidimensionais” em nome da sua subsidiária de realidade virtual, a Oculus. De acordo com Michael Abrash, cientista-chefe da empresa, os óculos de RA “não substituirão os smartphones até, pelo menos, o início de 2022”, o que significa que estamos cada vez mais perto disso se tornar realidade.

Revolucionários:  Além da tecnologia de voz, a próxima etapa do UX design são os gestos
Revolucionários: Além da tecnologia de voz, a próxima etapa do UX design são os gestos

Sem Limites

“Sem limites” (Boundaryless, em inglês), um termo predominante no mundo dos negócios, começa a criar raízes fora do universo corporativo. Uma organização “sem limites” se baseia em comportamentos fluidos e adaptáveis, e não em práticas corporativas rígidas. Não há isolamento entre as áreas. A mudança é bem- vinda, e o que importa são as pessoas e o interesse comum. Indiscutivelmente, a internet é o primeiro sistema sem limites com adoção em massa e que continua a permear as nossas vidas. Temos mais poder do que nunca em nossos dedos, entretanto, também somos mais impacientes e insatisfeitos.

Os resultados? O crescimento da Economia de Experiência, pessoas que atuam em áreas diferentes ao mesmo tempo e cada vez mais trabalhadores remotos.

Com a educação em alta em todo o mundo, muitos acreditam que estamos próximos de uma revolução mundial neste tema. As pessoas irão contestar políticas, procedimentos e governos. Mais ainda, o acesso global está mudando os conceitos de patriotismo nos países em desenvolvimento.

De acordo com uma pesquisa da BBC/GlobeScan, cidadãos de países emergentes se veem como cidadãos globais, e não apenas como cidadãos do próprio país, com a Nigéria (73%), a China (71%), o Peru (70%) e a Índia (67%) liderando o ranking.

O presidente da GlobeScan, Doug Miller, afirma que “essa descoberta da pesquisa vai impactar a maneira como muita gente e muitas empresas enxergam o futuro”.

 Oculus - Empresa no estilo Revolucionários
Oculus – Empresa no estilo Revolucionários

“Já somos ciborgues. O seu telefone e o seu computador são extensões de você, mas a interface ocorre por meio dos dedos ou da fala, o que é muito lento”

Elon Musk

Aumentalistas

Enquanto esperamos que as empresas de tecnologia sejam mais éticas e responsáveis, não podemos deixar de analisar a forma como nos relacionamos com os nossos dispositivos eletrônicos.

Gostemos ou não, estamos em um caminho sem volta no que se refere à dependência da tecnologia. Esse não é um fenômeno novo – desde o homem das cavernas, que fabricava ferramentas de caça, até o início da revolução industrial, a tecnologia tem permitido o desenvolvimento da nossa espécie.

Diferentemente das eras anteriores, a velocidade atual de inovação leva muitos a acreditarem que as máquinas assumirão o controle. Há uma certa verdade nesse medo – os níveis cada vez maiores de vício em smartphones, um declínio nas habilidades sociais e a nossa dependência do GPS mostram que estamos dispostos a trocar o controle pela conveniência.

É aí que entram os Aumentalistas, um grupo de indivíduos que defende os avanços tecnológicos, mas quer que a vida seja otimizada por eles, não consumida.

Há pessoas amplamente otimistas em relação ao aprendizado das máquinas, se isso for capaz de melhorar o dia a dia delas.

Uma pesquisa da Harvard Business Review com pessoas dos EUA, Canadá, Reino Unido, China e Brasil apontou que 52% dos pesquisados acreditam que a IA terá um impacto positivo, enquanto 82% afirmaram que suas últimas interações com a IA foram positivas.

O que é interessante é que 92% reconheceram que a IA estará presente mais cedo ou mais tarde, o que demonstra uma mentalidade “se você não pode vencê-los, junte-se a eles”.

A soma da Inteligência Humana (IH) e da Inteligência Artificial (IA) será o futuro da inteligência. Muitos especialistas acreditam que essa combinação vai levar a um crescimento exponencial da produtividade.

Isso pode ser traduzido como a chegada da inteligência aumentada, algo que está por trás da ascensão da indústria neurotecnológica.

A interface “cérebro para cérebro” é a próxima fronteira. Pode soar distante, mas essa tecnologia está cada vez mais próxima da nossa vida e os Aumentalistas serão os primeiros a adotá-la.

“Já somos ciborgues. O seu telefone e o seu computador são extensões de você, mas a interface ocorre por meio dos dedos ou da fala, o que é muito lento”, afirma Elon Musk, cuja empresa, a Neuralink, desenvolve pesquisas que visam aprimorar o cérebro por meio da tecnologia.

Um dispositivo implantado e conectado ao cérebro – chamado de “rede neural” – permitiria às pessoas interagirem com um computador sem tocarem no teclado ou no mouse. Musk está confiante de que isso estará no mercado dentro de poucos anos.

Engenheiros da Wits University já conectaram um cérebro humano à internet em tempo real. Segundo equipe do projeto Brainternet, “o cérebro foi transformado em uma Internet das Coisas e conectado à rede mundial de computadores.” Bryan Johnson, fundador da Kernal, uma empresa de “neuropróteses” que trabalha no aprimoramento da memória por meio de implantes cerebrais, acredita que a aumentação (augmentation) é a próxima etapa da evolução. “Quando a IH se combinar com a IA, teremos o avanço mais significativo da nossa capacidade de pensamento, criatividade e inteligência, no maior nível da história.”

Como os Revolucionários impactarão o futuro do trabalho?

Novos cargos surgirão, como analistas de ética de automação e desenvolvedores de chatbots interativos. De acordo com o relatório “Emerging Jobs“, produzido pelo LinkedIn, os mais beneficiados nesse processo serão os engenheiros de aprendizagem de máquinas, seguidos pelos cientistas de dados.

A consultoria Gartner prevê que “a IA vai criar 2,3 milhões de postos de trabalho e eliminar 1,8 milhão” nos próximos anos. “Muitas inovações significativas no passado foram associadas a um período transitório de perda de empregos, seguido pela recuperação deles e pela transformação da indústria.

A IA deverá seguir por esse mesmo caminho”, afirma Svetlana Sicular, vice-presidente de pesquisas da Gartner.

Ela complementa: “Infelizmente, a maioria dos alertas de perda de postos de trabalho confundem a IA com a automação, o que acaba escondendo o maior benefício da IA: a ‘IA aumentada’, a combinação da inteligência humana com a artificial, onde uma complementa a outra.”

Os Revolucionários e o Mercado da Tecnologia e Inovação
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Novos postos de trabalhos serão criados pelos Revolucionários
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